Algumas novidades e leituras para o verão

As férias chegaram finalmente e a diversão também passa por mergulhar nas páginas de um livro. É um pouco difícil descobrir as novidades das editoras, nem todos os sítios estão devidamente atualizados ou são de fácil consulta, mas deixo aqui alguns dos títulos que me despertaram a atenção e que poderão vir a ser uma escolha interessante para os jovens se entreterem nestes dias de dolce far niente.

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Odd e os Gigantes de Gelo, Neil Gaiman, Editorial Presença

«Há muitos anos, numa antiga aldeia viquingue da Noruega, vivia um rapaz chamado Odd. Até ao momento em que esta história começa, Odd não era muito afortunado. O seu pai tinha morrido e a mãe voltou a casar com outro homem que já tinha sete filhos. Depois de um acidente em que uma árvore quase lhe esmagou uma perna, Odd passou a andar apoiado numa muleta. Tudo se tornou ainda mais difícil naquele ano, porque o inverno parecia não ter fim e os aldeãos andavam perigosamente irritáveis. Foi então que Odd decidiu fugir de casa. Deslocando-se com dificuldade, dirigiu-se para a floresta e instalou-se numa cabana que o pai ali construíra. Mas a sorte de Odd estava prestes a mudar de uma maneira que ele nunca poderia ter imaginado quando encontrou aqueles estranhos animais, o urso, a águia e a raposa…»

114 enigmas

114 Enigmas e Quebra-Cabeças, Carlos Borrego Iglesias, Arteplural

«Estás pronto para treinares o teu cérebro? Com estes 114 jogos divertidos – enigmas de lógica, problemas de matemática, adivinhas, jogos de memória e de observação, entre outros – vais poder passar o tempo e exercitar os teus neurónios.»

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Felicidade, Kathryn Littlewood, Gailivro

«A família de Rosemary Bliss tem um segredo. É o Livro de Receitas da Felicidade – um volume antigo, encadernado em pele, de receitas mágicas como Bolinhos de Canela Pedra de Sono e Gengibre Cantante.
Rose e os irmãos têm de manter o livro guardado enquanto os pais se ausentam da cidade, mas é nessa altura que aparece uma misteriosa estranha. A «tia» Lily anda de mota, usa lantejoulas roxas e cozinha pratos exóticos (e deliciosos) para o jantar. E não demora muito tempo até que as receitas aborrecidas e não mágicas se assemelhem à vida antes da tia Lily – sem graça.
É então que Rose e os irmãos começam a experimentar algumas receitas do livro. Uns Queques do Amor e uma dúzia de Biscoitos da Verdade não podem causar muitos problemas… ou será que podem?»

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Supergigante, Ana Pessoa, Planeta Tangerina

«Edgar corre a toda a velocidade e deixa tudo para trás: a família, a escola, os amigos. Hoje é o dia mais triste da sua vida porque o avô desapareceu, mas é também o dia mais feliz porque Joana o beijou pela primeira vez.
Nesta estrada sempre em frente, Edgar tropeça nas suas reflexões, nos almoços de família, nas gargalhadas dos amigos e nas longas conversas com Joana.
À medida que avança, Edgar torna-se cada vez maior. A certa altura não cabe dentro do seu corpo. É um monstro. É uma explosão contínua.»

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A História de Um Rapaz Mau, Thomas Bailey Aldrich, Tinta da China

Não é uma novidade, foi editado em 2008, mas é um clássico e os clássicos são intemporais.

«Em 1869, Thomas Bailey Aldrich apresentou à literatura americana o “rapaz mau” – aquele que prega partidas inofensivas, engendra aventuras emocionantes, sofre as penas de um amor não correspondido, que se aborrece aos domingos e de quem a maior parte das pessoas gosta muito. Apesar de se ter tornado familiar sobretudo devido às obras de Mark Twain, a verdade é que foi em A História de Um Rapaz Mau que este tipo de personagem apareceu pela primeira vez.
A História de Um Rapaz Mau é um clássico da literatura americana do século XIX. Através desta obra, é possível redescobrir a imagem de uma América intemporal, conservadora, mas tolerante, em que as pequenas cidades rústicas vão sendo progressivamente suplantadas pelas grandes metrópoles, como Boston e Nova Iorque, e onde se assiste, consecutivamente, a uma poderosa mudança de valores e de atitudes sociais. De resto, esta progressão narrativa representa os traços fundacionais da própria identidade americana novecentista.»

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