Monthly Archives: Janeiro 2015

Histórias em imagem a partir de amanhã no Festival Play 2015

Na revista Fábulas privilegiamos as histórias em livro, mas não podemos deixar de destacar hoje as histórias em imagem, com o PLAY – Festival Internacional de Cinema Infantil e Juvenil de Lisboa a começar amanhã e a decorrer até dia 8 de fevereiro. Haverá muita coisa para fazer no Festival PLAY: ver filmes e desenhos animados infantis e juvenis, participar em debates, em workshops de introdução ao cinema e em encontros com profissionais da área. Tudo isto acontece no cinema São Jorge e na Cinemateca Júnior.

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A primeira edição, realizada em 2014, teve mais de seis mil espetadores e agora a segunda edição contará com mais filmes, tanto longas como curtas-metragens, de uma seleção do mundo inteiro.

Um ótimo pretexto para um programa de fim de semana com miúdos e graúdos.

O cartaz foi concebido por André da Loba.

Todas as informações sobre o festival e a programação podem ser encontradas em www.playfest.pt.

Aqui fica uma pequena amostra do que será este festival.

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Ana Maria Machado de visita a Portugal

A escritora brasileira Ana Maria Machado, vencedora do Prémio Hans Christian Andersen, estará presente no 1.º Encontro de Literatura Infanto-Juvenil da Lusofonia, organizado pela Fundação «O Século» e a decorrer entre os dias 2 e 7 de fevereiro.

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Ana Maria Machado é jornalista, professora, pintora e escritora. Foi uma das fundadoras, em 1980, da primeira livraria infantil no Brasil, a Malasartes, existente até hoje, no Rio de Janeiro. No ano 2000 recebeu o Prémio Hans Christian Andersen, um dos mais importantes galardões destinados à literatura infantil e juvenil.

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Algumas das suas obras estão disponíveis em Portugal através da Dinalivro, entre os quais Ponto de Vista, com Ziraldo, O Elfo e a Sereia, com ilustrações de Rogério Borges, e a adaptação da obra A Pedra da Sabedoria, de Hans Christian Andersen.

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Além de Ana Maria Machado estará presente Adelice Souza, também do Brasil, Carmelinda Gonçalves, de Cabo Verde, Luis Carlos Patraquim, de Moçambique, e Ondjaki, de Angola.

Mais sobre os participantes deste encontro aqui.

Vencedores do Prémio EDEBÉ de Literatura Infantil e Juvenil

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O Prémio EDEBÉ é um prémio destinado a obras inéditas de infantil e juvenil de escritores de Espanha e da América-Latina. O autor da melhor obra juvenil recebe trinta mil euros e o da melhor obra infantil recebe vinte mil. Este ano os vencedores foram Rodrigo Muñoz Avia (Madrid, 1967), com a obra El signo prohibido, e Care Santos (Mataró, Barcelona, 1970), com o romance juvenil, Mentira.

Em El signo prohibido, a melhor amiga de Jorge, Aleksandra, desapareceu, e até que ela regresse ou ele a encontre, decide omitir a letra «A». Um desafio que permite tecer «uma história intrigante, sobre a amizade, o amor e a ausência, e com um protagonista muito poderoso: a linguagem».

Mentira conta a história de Xenia, uma jovem estudante que se apaixona por um rapaz através da internet, com quem partilha a paixão pela leitura. Quando tenta marcar um encontro, descobre que a identidade da pessoa com quem tem partilhado as suas emoções mais íntimas é falsa e que na verdade o rapaz está preso num reformatório e a sua história está ligada a um assassínio. Uma obra que pretende romper preconceitos e abordar o tema da delinquência juvenil e como os menores acusados são tratados pela sociedade.

Mais informações sobre o Prémio, os autores e as obras aqui.

Dez coisas que você não sabia sobre Lewis Carroll

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Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, cujo nome verdadeiro era Charles Lutwidge Dodgson, foi publicado há 150 anos. Para celebrar esta data a Publishers Weekly, publicação dedicada ao mercado editorial, reuniu um conjunto de dez factos sobre o autor e que poucos leitores conhecerão. Ora aqui ficam alguns deles:

– Carroll sofria de inúmeras maleitas: enxaquecas, epilepsia, surdez parcial, hiperatividade e gaguez.

– Era um grande escritor de cartas, chegando a enviar mais de duas mil num ano. E às vezes escrevia ao contrário, obrigando o pobre do recetor da carta a lê-la através de um espelho.

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–  O gato Cheshire foi inspirado nos moldes de queijo do condado de Cheshire, em Inglaterra, uma zona rica em produção de laticínios, onde a frase «to grin like a Cheshire cat» (rir tolamente, a propósito de tudo e de nada, segundo o dicionário da Porto Editora) era uma expressão muito usada. Os queijeiros moldavam o queijo de forma a ficar com uma cabeça de gato sorridente.

– É possível encontrar um coelho branco e Alice segurando um flamingo nos vitrais de uma igreja do Christ College, em Oxford, onde Carroll passou grande parte da sua vida.

– Mesmo depois de Alice ter alcançado sucesso internacional, a única vez que Carroll viajou foi em 1867 em que foi à Rússia. No regresso parou na Polónia, Alemanha, Bélgica e França.

As restantes curiosidades podem ser encontradas aqui.

Acresce ainda um outro facto curioso acerca de Lewis Carroll – é que ele era matemático e inseriu diversos enigmas matemáticos e de lógica nos seus livros.

Orfeu Negro publica «Este chapéu não é meu», de Jon Klassen

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A obra vencedora do Caldecott Medal de 2013 e do Kate Greenaway Medal de 2014, This is not my hat, de Jon Klassen, está a chegar a Portugal pela Orfeu Negro. O livro vem na sequência do best-seller I Want My Hat Back, também editado por cá pela Orfeu Negro, com o título Quero o Meu Chapéu, mas desta vez segue a história de um peixinho que encontra um chapéu alto. O que acontece se um peixe gigante acordar e for atrás do chapéu? Em breve nas livrarias.

Aqui encontrarão uma entrevista que o autor deu ao The Guardian sobre o processo de criação da obra (em inglês).

O Holocausto explicado às crianças

Hoje assinalam-se os setenta anos da libertação do campo de concentração de Auschwitz, onde foram exterminados mais de um milhão de judeus. Um holocausto que, além de judeus, matou milhões de pessoas de outras raças e religiões. Para aquelas crianças que ainda não começaram a estudar a Segunda Guerra Mundial, o dia de hoje pode ser um meio de introduzir o assunto, ou para aqueles que já começaram, a desenvolver os seus conhecimentos da perspetiva da literatura. Nada como falar de um tema através dos livros. Aqui ficam alguns títulos para adolescentes relacionados com a Segunda Grande Guerra.

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A Evasão, CHERUB Henderson’s Boys – livro 1, de Robert Muchamore, Porto Editora

«Estamos no verão de 1940 e o exército de Hitler está a avançar por Paris, obrigando à evasão de milhões de civis franceses. No meio do caos, duas crianças britânicas são perseguidas por agentes alemães. O espião inglês Charles Henderson tenta alcançá-las primeiro, mas só conseguirá fazê-lo com a ajuda de um órfão francês de 12 anos. Os serviços secretos britânicos estão prestes a descobrir que as crianças podem ajudá-los a vencer a guerra.»

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O Rapaz do Pijama às Riscas, de John Boyne, Edições ASA

Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 3.º ciclo, destinado a leitura autónoma.

«Ao regressar da escola um dia, Bruno constata que as suas coisas estão a ser empacotadas. O seu pai tinha sido promovido no trabalho e toda a família tem de deixar a luxuosa casa onde vivia e mudar-se para outra cidade, onde Bruno não encontra ninguém com quem brincar nem nada para fazer. Pior do que isso, a nova casa é delimitada por uma vedação de arame que se estende a perder de vista e que o isola das pessoas que ele consegue ver, através da janela, do outro lado da vedação, as quais, curiosamente, usam todas um pijama às riscas. Como Bruno adora fazer explorações, certo dia, desobedecendo às ordens expressas do pai, resolve investigar até onde vai a vedação. É então que encontra um rapazinho mais ou menos da sua idade, vestido com o pijama às riscas que ele já tinha observado, e que em breve se torna o seu melhor amigo…»

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O Diário de Anne Frank, de Anne Frank, Livros do Brasil

Um livro incontornável que revela as visões e sentimentos de uma jovem de treze anos que sofre na pele a perseguição aos judeus.

Livro recomendando pelo Plano Nacional de Leitura para o 8.° ano de escolaridade, destinado a leitura orientada – Grau de Dificuldade I.

«Todos conhecem a história profundamente dramática da jovem Anne Frank. Publicado pela primeira vez em 1947, por iniciativa de seu pai, o Diário veio revelar ao mundo o que fora, durante dois longos anos, o dia-a-dia de uma adolescente condenada a uma voluntária auto-reclusão, para tentar escapar à sorte dos judeus que os alemães haviam começado a deportar para supostos «campos de trabalho». Tentativa sem final feliz. Em Agosto de 1944, todos aqueles que estavam escondidos no pequeno anexo secreto onde a jovem habitava foram presos. Após uma breve passagem por Westerbork e Auschwitz, Anne Frank acaba então por ir parar a Bergen-Belsen, onde vem a morrer em Março de 1945, a escassos dois meses do final da guerra na Europa.»

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A Rapariga Que Roubava Livros, de Markus Zusak, Editorial Presença

Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 9.º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada – Grau de Dificuldade II.

«Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga Que Roubava Livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasião da segunda guerra mundial, onde ela tem uma função muito activa na recolha de almas vítimas do conflito. E é por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adopção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência. Quando o roubou, ainda não sabia ler, será com a ajuda do seu pai, um perfeito intérprete de acordeão que passará a saber percorrer o caminho das letras, exorcizando fantasmas do passado.»

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O Longo Inverno, de Ruta Sepetys, Contraponto

«Em 1941, Lina, de quinze anos, prepara-se para ingressar na escola de artes e para tudo o que aquele verão lhe pode proporcionar. No entanto, uma noite, a polícia secreta soviética invade a sua casa, levando-a juntamente com a sua mãe e o irmão mais novo. São enviados para a Sibéria. O pai de Lina é separado da família e conduzido a um campo de concentração. Lina decide arriscar tudo e usa a sua arte como forma de enviar mensagens, na esperança de que estas cheguem ao campo prisional onde o seu pai se encontra e lhe transmitam que a sua família ainda está viva. É uma longa e comovente viagem. Apenas a força, o amor e a esperança fazem com que Lina e a família resistam a cada dia. Mas será isso suficiente para os manter vivos?»

O velho e o mar – do livro aos filmes

por Ana Ramalhete

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O livro     

O velho e o mar, último livro publicado em vida por Ernest Hemingway, é uma narrativa literária de complexa classificação. Para uns, um conto, para outros, uma novela, para Jorge de Sena, um «breve poema em prosa, uma epopeia de simples trama, singelamente narrada» (Cf. Prefácio De Jorge de Sena in O velho e o mar, Edição Livros do Brasil, Lisboa, 1956 ).

O livro narra a história de um velho pescador, Santiago, que está a atravessar uma fase de pouca sorte na pesca, pois não apanhou nenhum peixe durante oitenta e quatro dias seguidos. Santiago tem um grande amigo, Manolin, um rapaz a quem ensinou a pescar, que foi seu companheiro de barco até os pais o proibirem de voltar para o mar com o velho. Este regressa à faina, sozinho, e enceta uma luta de vida e de morte para capturar um peixe enorme. Passa quatro dias em alto mar até conseguir capturar «o seu irmão peixe». Quando se sente triunfante, é atacado por tubarões que comem o peixe deixando apenas a carcaça. Santiago regressa derrotado e exausto, deita-se e dorme (ou estará moribundo?).

Da novela, publicada em 1952, fizeram-se duas adaptações para cinema e uma para televisão. O primeiro filme, realizado em 1958, dirigido por John Sturges e com interpretação de Spencer Tracy, durava oitenta e seis minutos. O telefilme foi realizado em 1990 por Jud Taylor, com a duração de noventa e dois minutos e o filme curto de animação foi produzido em 1999 por Alexander Petrov e tem vinte minutos. O primeiro não se encontra à venda e na internet está disponível, apenas, um vídeo de quatro minutos. Os outros dois podem ser visualizados, na totalidade, na internet.

O telefilme e o filme de animação  

O velho e o mar – filme para televisão, e O velho e o mar – filme de animação, são dois textos fílmicos criados a partir de um texto verbal: uma obra literária. Trata-se de dois exemplos de transcodificação intersemiótica em que é notória a interpretação de cada um, traduzida na apropriação distinta dos códigos dos diferentes sistemas semióticos.

Existe, no entanto, uma grande distinção entre os dois. No primeiro há a transposição de um texto literário para um texto audiovisual, concretamente um filme para televisão. No segundo essa transposição é feita em dois momentos distintos: do texto literário para o texto pictórico e em seguida, do texto pictórico para o texto audiovisual.

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Alexander Petrov executou pinturas em placas de vidro, feitas com os dedos e com pincéis e transpô-las para vinte e nove mil fotogramas. A transformação da situação inicial deu-se, assim, em dois suportes diferentes, cada um com os seus códigos próprios. Os signos verbais do livro foram transformados em signos materiais das pinturas que por sua vez foram transformados num texto hibrido, com imagem, som e música: do texto literário para o texto pictórico e em seguida, do texto pictórico para o texto audiovisual.

As imagens do filme de animação possuem uma grande qualidade estética e uma forte sensibilidade inerente. Poderiam não existir diálogos que o sentido da história seria apreendido da mesma forma. A própria utilização das cores transmite a mensagem desejada. A sucessão dos dias e das noites é dada pela paleta de tons escolhidos para o nascer e o pôr-do-sol. Os azuis do mar e do céu, não só se referem ao espaço físico, ou às condições meteorológicas, como também nos deixam perceber o estado psicológico das personagens. As cores vivas do final transmitem uma sensação de esperança no futuro, protagonizada na juventude do rapaz que corre.

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O resultado desta junção de signos diferentes materializou-se numa obra de arte onde «o signo mágico seduz e encanta» (Umberto Eco in A definição da arte). A intertextualidade é sempre intrínseca ao texto audiovisual, neste caso, é-o duplamente, pois o resultado final é um texto criado a partir de outro texto que por sua vez já foi criado a partir de outro texto.

As imagens do filme para televisão têm um cunho mais realista, onde a intensidade dramática é fortalecida através das aproximações da câmara e dos grandes planos.

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Apesar de ter apenas vinte minutos, o filme curto funciona como uma síntese da obra de Ernest Hemingway. Há um reconhecimento imediato desta por parte do espectador. No telefilme esse reconhecimento não é tão imediato e é interrompido pelas cenas e personagens introduzidas e não existentes no livro. Estas cenas pretendem, provavelmente, criar uma atenção acrescida e oferecer uma pluralidade de enunciados narrativos, com o objectivo de prender o telespectador ao aparelho.

No telefilme, a música funciona como um acompanhamento da imagem e da palavra escrita. É viva e dinâmica quando as cenas o são, é dramática e sentimental quando a situação o requere. É, toda ela, executada por uma orquestra. No filme de Petrov, a música é produzida com instrumentos, vozes, sons de animais: gaivotas, elefantes, leões, pássaros e sons do mar, dos remos a rasgar a água. Toda esta sonoridade contribui para criar um ambiente lírico e poético.

Os dois filmes representam uma recriação da obra inicial, distinta desta, que reflecte um outro olhar, uma outra leitura, mas que perpetua a sua dimensão existencial, filosófica e humana.

O filme de animação encontra-se aqui. O telefilme (The old man and the sea, de Jud Taylor) aqui.

Título: O Velho e o Mar
Autor: Ernest Hemingway
Tradução e Prefácio: Jorge de Sena
Editora: Livros do Brasil

 

Criadores de Angry Birds aventuram-se na edição de uma série YA

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A Rovio, empresa criadora do jogo de telemóvel Angry Birds, lançou em 2011 uma editora para lançar os livros do jogo. Desde então expandiu-se para publicar outros livros através de parcerias com a National Geographic e a NASA. Agora aventuram-se no mundo da literatura para adolescentes com uma série YA intitulada Storm Sisters, sobre um grupo de raparigas entre os onze e os dezassete anos que partem pelos mares à procura de pistas que ajudem a desvendar o mistério da morte dos seus pais.

A história passa-se em finais do século XVIII, e promete ser uma grande aventura de piratas, com o primeiro volume, The Sinking World, a sair no final deste ano, e o segundo, The Frozen Seas, apenas meses depois. As histórias são da autoria de Mintie Das, uma escritora nascida na Índia, criada nos EUA, e atualmente residente em Helsínquia, na Finlândia.

Os livros vão ser apresentados na Books at Berlinale, em Berlim, na Alemanha, em fevereiro, num evento que se destina à divulgação de títulos para possível adaptação ao cinema ou à televisão.

A notícia é daqui.

O bicho-papão será protagonista de série de televisão

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Raymond Briggs é autor do livro infantil Fungus The Bogeyman, sobre um bicho-papão chamado Fungo, que vive com o seu filho, Bolor, num mundo parecido com o nosso, mas muito mais sujo e malcheiroso, e cujo trabalho é assustar os «Lavadinhos» (também conhecidos por humanos). Da obra de Raymond Briggs os leitores portugueses conhecerão O Boneco de Neve, publicado em 2010 pela Editorial Caminho.

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Pois agora Andy Serkis, conhecido ator por detrás da personagem Gollum, dos filmes do Senhor dos Anéis, e também realizador, está a preparar a adaptação a série de televisão da história de Fungo, através da sua companhia de motion capture, The Imaginarium Studios. Será uma mini-série de quatro episódios, realizada por Catherine Morshead (Downton Abbey), estando prevista a estreia para o Natal deste ano.

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Fungus The Bogeyman foi publicado pela primeira vez em 1977 e tornou-se um clássico da literatura infantil. Já em 2004 teve uma adaptação a série de televisão, transmitida na BBC, em três episódios, e escrita por Mark Haddon, autor do livro O Estranho Caso do Cão Morto.

A notícia é daqui.

Estátua de Mafalda inaugurada em Espanha

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(c) Mafalda Oficial Facebook

O cartoonista Joaquín Salvador Lavado, mais conhecido como Quino, inaugurou recentemente uma estátua de Mafalda em Oviedo, Espanha. Com cerca de oitenta centímetros de altura, feita de um material resistente aos maus-tratos do tempo, Mafalda encontra-se sentada num banquinho, com o seu vestidinho vermelho, no Campo San Francisco. A obra é de Pablo Irrgang e vem assinalar os cinquenta anos da personagem de Quino.

Daqui.