Livros para as Férias Grandes… por Alexandra Martins

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O Lar da Senhora Peregrine para Crianças Peculiares, de Ransom Riggs (Edições Contraponto)

«Uma ilha misteriosa. Uma casa abandonada. Uma estranha coleção de fotografias peculiares.
Uma terrível tragédia familiar leva Jacob, um jovem de dezasseis anos, a uma ilha remota na costa do País de Gales, onde vai encontrar as ruínas do lar para crianças peculiares, criado pela senhora Peregrine.
Ao explorar os quartos e corredores abandonados, apercebe-se de que as crianças do lar eram mais do que apenas peculiares; podiam também ser perigosas. É possível que tenham sido mantidas enclausuradas numa ilha quase deserta por um bom motivo. E, por incrível que pareça, podem ainda estar vivas…
Um romance arrepiante, ilustrado com fantasmagóricas fotografias vintage, que fará as delícias de adultos, jovens e todos aqueles que apreciam o suspense.»

Com estreia cinematográfica prevista para setembro, o verão é uma excelente altura para ler ou reler o livro O lar da senhora Peregrine para crianças peculiares. Uma história intensa e cheia de suspense, que nos mostra que as peculiaridades de cada um de nós não nos tornam mais estranhos, apenas mais fortes.

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Gregor – A Primeira Profecia, de Suzanne Collins (Editorial Presença)

«Enquanto escorrega pela conduta de ar atrás da irmã, Gregor suspira por mais uma peripécia na sua vida. Mas nada o preparou para a aventura que se segue. Debaixo da cidade esconde-se a Subterra, um mundo sombrio onde os humanos convivem com aranhas, morcegos, baratas e ratos gigantescos. A Subterra prepara-se para a guerra e uma profecia previu que ele mesmo, Gregor, desempenhará um papel importante. Gregor quer fugir, mas percebe que ali talvez possa desvendar o desaparecimento do pai.»

Gregor pode ter apenas onze anos, mas as suas aventuras farão as delícias de miúdos e graúdos. Um mundo novo e perigoso para descobrir, um amor fraterno inquebrável, o despontar do crescimento e a maturidade e as responsabilidades que vêm com o mesmo. É bom ver o Gregor e os seus amigos crescerem e poder acompanhá-los na Subterra, estando nós debaixo do sol.

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A Todos os Rapazes que Amei, de Jenny Han (Topseller)

«Guardo as minhas cartas numa caixa de chapéu verde-azulada que a minha mãe me trouxe de uma loja de antiguidades da Baixa. Não são cartas de amor que alguém me enviou. Não tenho dessas. São cartas que eu escrevi. Há uma por cada rapaz que amei — cinco, ao todo.
Quando escrevo, não escondo nada. Escrevo como se ele nunca a fosse ler. Porque na verdade não vai. Exponho nessa carta todos os meus pensamentos secretos, todas as observações cautelosas, tudo o que guardei dentro de mim. Quando acabo de a escrever, fecho-a, endereço-a e depois guardo-a na minha caixa de chapéu verde-azulada.
Não são cartas de amor no sentido estrito da palavra. As minhas cartas são para quando já não quero estar apaixonada. São para despedidas. Porque, depois de escrever a minha carta, já não sou consumida por esse amor devorador. Se o amor é como uma possessão, talvez as minhas cartas sejam o meu exorcismo. As minhas cartas libertam-me. Ou pelo menos era para isso que deveriam servir.»

Lara Jean tem 16 anos e um coração talhado para o amor. Ou para a ideia do amor. Porque, de todos os rapazes que amou, nunca a nenhum deles revelou os seus sentimentos. No entanto, o mundo é posto do avesso quando, de repente, as suas paixões platónicas deixam de o ser e Lara Jean tem de lidar com rapazes reais, relações reais, sentimentos reais. Um livro para enfrentarmos os nossos receios e relembrarmos os nossos primeiros amores.

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Rainha Vermelha, de Victoria Aveyard (Saída de Emergência)

«O mundo de Mare, uma rapariga de dezassete anos, divide-se pelo sangue: os plebeus de sangue vermelho e a elite de sangue prateado, dotados de capacidades sobrenaturais. Mare faz parte da plebe, os Vermelhos, sobrevivendo como ladra numa aldeia pobre, até que o destino a atraiçoa na própria corte Prateada. Perante o rei, os príncipes e nobres, Mare descobre que tem um poder impensável, somente acessível aos Prateados.
Para não avivar os ânimos e desencadear revoltas, o rei força-a a desempenhar o papel de uma princesa Prateada perdida pelo destino, prometendo-a como noiva a um dos seus filhos. À medida que Mare vai mergulhando no mundo inacessível dos Prateados, arrisca tudo e usa a sua nova posição para auxiliar a Guarda Escarlate – uma rebelião dos Vermelhos – mesmo que o seu coração dite um rumo diferente.
A sua morte está sempre ao virar da esquina, mas neste perigoso jogo, a única certeza é a traição num palácio cheio de intrigas. Será que o poder de Mare a salva… ou condena?»

A fazer lembrar as heroínas de Os Jogos da Fome, de Suzanne Collins, e Divergente, de Veronica Roth, Mare traz-nos uma nova aventura onde o mundo se divide pela cor do sangue e que sobrevive das aparências e do poder que uns exercem sobre os outros. Um mundo que Mare vem desequilibrar e onde tem de ter muito cuidado, pois nada é o que parece. Uma história que, quando acabada, só nos faz perguntar: quando sai o próximo volume?

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Coisas que nos Diz o Coração, de Jessi Kirby  (Editorial Presença)

«Quando o namorado morre num acidente, Quinn sofre uma perda terrível. O luto impede-a de viver como qualquer outra adolescente. Tentando encontrar sentido para a dor, Quinn escreve a quem foram transplantados os órgãos do namorado. Apenas Colton Thomas, que recebeu o coração, não responde. Quinn procura-o. Desse encontro nasce uma relação intensa e inesperada que dá alento aos dois, antes tolhidos pela dor. Mas uma mentira ameaça o coração desse relacionamento – Quinn sabe que tem de contar a verdade.»

A vida perfeita de Quinn ruiu com a morte do seu namorado Trent. A vida de outras cinco pessoas, a quem ele doou os seus órgãos, salvou-se. Quando Quinn, procurando atenuar a dor, entra em contacto com essas cinco pessoas, não esperava que a vida desse outra volta e lhe trouxesse Colton, um jovem com uma força e uma vontade de viver incríveis. E que mostra a Quinn que, mesmo que não saibamos à partida, a vida dá-nos o que precisamos.

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