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Todas as formas de leitura são importantes

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Muitos críticos defendem que a banda desenhada, os audiolivros ou até mesmo os e-books não são, realmente, leitura. Que a leitura que conta é a dos livros, de literatura, de poesia. Mas há quem defenda que não, que todas as formas de leitura, desde que leve à efetiva leitura, são importantes, pois só assim é possível alcançar todas as crianças, seja de que meio forem, sejam quais forem as suas preferências e as suas capacidades. Num artigo escrito por uma bibliotecária sobre este tema, chama-se a atenção para o «perigo» que os preconceitos em relação a outras formas de leitura podem representar para as crianças, afastando-as dos livros e podendo levar a que percam o prazer de ler. Emily Childress-Campbell trabalha numa biblioteca e escreve sobre as impressões que retirou no contacto com pais e educadores, e sobre a importância de pensar nos diversos formatos de leitura como plataformas para incluir crianças com diferentes gostos e capacidades, que de outra forma se afastariam da leitura. A bibliotecária refere como exemplo os audiolivros para as crianças com dificuldades de leitura, como a dislexia, e a banda desenhada como forma de apresentar crianças mais relutantes ao mundo dos livros e das histórias, incutindo e desenvolvendo nelas o prazer de ler.

O artigo completo pode ser lido aqui.

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Nova editora Castor de Papel edita Armandinho

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Armandinho é um menino cheio de personalidade, muito refilão. Tem o cabelo azul, está sempre a fazer perguntas e a «armar» alguma, daí o nome. É como uma versão masculina da Mafalda, igualmente contestatário.

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Este menino é criação de Alexandre Beck e chega-nos do Brasil através de uma nova editora, O Castor de Papel, fundada por Mário Moura, fundador da Pergaminho e da Vogais. Sobre o autor sabemos que estudou agronomia, publicidade e jornalismo, mas que a sua paixão é mesmo desenhar. Depois de acabar o curso de publicidade, surgiu a oportunidade de trabalhar como ilustrador para o jornal Diário Catarinense e foi então que começou a criar as suas personagens. Mais tarde, quando o jornal lhe pediu três tiras para um artigo sobre economia onde os pais conversavam com as crianças, Alexandre criou Armandinho.

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O nome de Armandinho foi escolhido num concurso, e surgiu pelo facto de a personagem estar sempre «armando algo». Armandinho Zero e Armandinho Um já estão disponíveis nas livrarias e em 2015, promete o editor, serão lançados Armandinho Dois e Três.

 

Nova editora Ponto de Fuga reedita o ursinho «Petzi»

por Catarina Araújo

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Para quem não conhece, Petzi é uma banda desenhada dirigida às crianças e criada em 1951 por um casal de dinamarqueses, Carla e Vilhelm Hansen. Os livros contam a história de uma cria de urso – Petzi –, e dos seus amigos – Pingo (um pinguim), Riki (um pelicano) e Almirante (uma foca), entre outros. Sempre vestido com umas calças vermelhas às bolinhas brancas, Petzi viaja a bordo do seu barco Mary, construído com os seus amigos.

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A banda desenhada foi editada em Portugal pela Editorial Verbo e agora a nova editora Ponto de Fuga, fundada por Vladimiro Nunes, estrear-se-á com o relançamento dos três primeiros volumes, com tradução de Susana Janic, a partir do original, e que terão os seguintes títulos: Petzi constrói um barco, Petzi e a baleia e Petzi e a mãe peixe.

A página oficial da editora encontra-se aqui.

Via Diário de Notícias.